No dia 6 de maio, o Diário do Estado de São Paulo informou que segundo dados da Associação Brasileira Fotovoltaica e Solar (Absoluta), o setor brasileiro de energia fotovoltaica e solar atraiu um investimento de 200 bilhões de reais, com capacidade instalada (incluindo distribuída e centralizada) de mais de 42,4 gigawatts (GW), respondendo por 18% da matriz elétrica brasileira. Na última década, a indústria de energia fotovoltaica e solar criou 1,2 milhão de empregos e pagou 61,9 bilhões de reais em impostos. A associação afirmou que o rápido desenvolvimento da indústria da energia solar fotovoltaica se deve a dois motivos: primeiro, a poupança nos custos de energia até 90%, com a queda dos preços dos painéis solares em 50%; em segundo lugar, as políticas de descarbonização industrial estão a forçar o desenvolvimento de uma economia verde. De acordo com relatório divulgado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) no final de março deste ano, o Brasil ficou em sexto lugar na geração global de energia solar fotovoltaica em 2023, duas posições acima de sua classificação de 2022.
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